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Mercado de capitais: escritórios especializados são alternativa a bancos para quem quer investir com segurança

A Bolsa de Valores (B3) é um dos mais importantes símbolos desse mercado.

06/05/2024 às 10h11
Por: Adrovando Claro Fonte: Ska Comunicação
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Felipe Bruno, economista e estrategista patrimonial
Felipe Bruno, economista e estrategista patrimonial
Você sabia que qualquer pessoa, com qualquer tipo de renda, pode se tornar um investidor do mercado de capitais? Esse universo parece complexo e distante para muita gente, mas pode se tornar algo rentável e vantajoso se esse investimento tiver um aconselhamento adequado e com segurança. Escritórios com profissionais especializados nesse segmento tem ganhado mais espaço no mercado e são uma alternativa aos bancos tradicionais. 
 
Para quem ainda não conhece, o mercado de capitais é uma parte do sistema financeiro responsável por conectar empresas que desejam captar recursos para os seus projetos e investidores, que se interessam em dispor esses recursos como forma de investimento a fim de obter uma vantagem financeira a longo prazo. É nesse mercado que são negociadas as ações, mas também estão disponíveis diversos outros ativos, como as chamadas debêntures, que são títulos de dívidas. 
 
A Bolsa de Valores (B3) é um dos mais importantes símbolos desse mercado. Por meio dela, existem empresas com negociações públicas, tanto em Renda Fixa, quanto em ações, que também são transacionadas em valores mínimos próximos de R$ 1, por exemplo. 
 
“Com um escritório de investimentos, o cliente tem acesso fácil e simples para adquirir ações, Fundos Negociados em Bolsa, Debêntures incentivadas, Crédito de Recebíveis Agrícolas (CRA), Crédito de Recebíveis Imobiliários (CRI), Letra de Crédito Imobiliário (LCI), Letra de Crédito de Agronegócio (LCA), além dos produtos bancários tradicionais como o CDB, o Certificado de Depósito Bancário”, explicou o economista e estrategista patrimonial Felipe Bruno, da Delta Flow Investimentos, com mais de 20 anos de experiência. 
 
Escritórios de Investimentos x Bancos Tradicionais
 
O mercado de capitais teve, nos últimos anos, uma forte evolução. Dados da própria B3 comprovam que o número de investidores Pessoa Física era de cerca de 700 mil em 2018 e em dezembro de 2022 foi atingida a marca de 5 milhões, representando um aumento de mais de 700%. Mas a carência de uma educação financeira no país, de forma geral, pode trazer consequências negativas, caso não haja o nível de compreensão necessária sobre esse universo, isso pode acarretar muitas perdas financeiras e traumas que acabam gerando uma forte aversão a este mercado; é daí que cresce a necessidade pela procura dos escritórios de investimento.
 
“Hoje em dia, os escritórios, geralmente, oferecem uma maior especialização e nível de sofisticação aos clientes. Isso porque possuem carteiras mais enxutas e são vocacionados para a gestão ativa dos investimentos. É uma estrutura que geralmente concentra sua energia em atender aos clientes superavitários/investidores. Diferente do modelo dos bancos que, de uma forma geral, apresentam uma gama maior de produtos, que chamamos de ‘prateleira’, cada um com suas metas individuais, o que acaba fazendo com que o gerente desfoque da atenção necessária ao bom acompanhamento dos investimentos do cliente, além do permanente conflito de interesses pelas metas impostas”, detalhou Felipe Bruno. 
 
Ainda de acordo com o economista, a migração dos bancos tradicionais para os escritórios é um movimento cada dia mais relevante até pela própria diversificação de produtos que o banco geralmente deixa de oferecer de forma integral, privando o cliente de conhecer opções de investimentos mais amplas e sofisticadas, como os Fundos Imobiliários (FIIs) de Infraestrutura, Fundos de Investimentos em Participações (FIPs), ETFs, Contas Internacionais Dolarizadas, entre outros. 
 
Critérios de Confiança
 
Dada a importância de colocar os investimentos sob os cuidados de profissionais especializados, quais critérios utilizar para fazer essa escolha? 
 
Em primeiro lugar, é necessário verificar se os profissionais são devidamente cadastrados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e no Banco Central. Pelo endereço eletrônico na internet é bem simples, até mesmo pelo nome do profissional é possível consultar.  Depois, é importante analisar a experiência desses profissionais no mercado, credibilidade e histórico. E não menos importante, ver qual bandeira/banco aquele escritório é devidamente credenciado. 
 
No Rio Grande do Norte, a Delta Flow Investimentos se posiciona de uma forma mais ampla e atualizada no atendimento aos clientes. Os profissionais são estrategistas patrimoniais e não apenas assessores de investimentos. 
 
“Atuamos assim porque a ‘caixinha’ dos investimentos do cliente representa uma parte do patrimônio e precisa ser bem alocada, de acordo com os objetivos de cada ume não obstante, tratar de internacionalização dos negócios pessoais ou empresariais, eficiência tributária, planejamento sucessório, formação de holding patrimonial e segurança jurídica às famílias e empresas, são temas muito latentes e necessários. Fazemos isso com apoio de um qualificado time jurídico e tributarista com renome nacional”, defendeu o sócio estratégico Norte/Nordeste e Conselheiro Independente do Mercado de Capitais, Paulo Henrique. 
 
O escritório é credenciado a BTG Pactual, banco de investimento com 40 anos de história, sendo o maior da América Latina (em investimentos), com a gestão de aproximadamente R$ 1,5 trilhão. Apesar do credenciamento, todos os clientes têm a disposição produtos de outras instituições financeiras.
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